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7 Maneiras de jogar dinheiro fora (e como parar com elas)

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Jogar dinheiro fora certamente é um problema que atinge 99,9% das pessoas. E eu não estou exagerando. É muito difícil encontrar alguém que tenha controle total sobre seus gastos e isso é normal.

Aqui no Blog nós falamos muito sobre os melhores investimentos e as melhores formas de economizar dinheiro.

Em diversos artigos, abordamos como investir em ações, renda fixa e qual a melhor corretora para realizar esses investimentos.

Hoje, porém, faremos o contrário. Vamos falar das piores formas de jogar dinheiro fora.

E a 5ª com certeza é a pior delas.

1 — Você possui o mesmo plano de celular há anos

A concorrência por novos clientes no setor de telefonia móvel acirra-se a cada dia.

Por ser um setor com altos ganhos de escala, é interessante para essas empresas manter a maior base de usuários possíveis.

Além disso, o ritmo acelerado do desenvolvimento de novas tecnologias faz com que os planos de telefonia tornem-se obsoletos rapidamente, forçando-os a criar novos planos com mais vantagens e por um preço menor.

Esse artigo mostra um ótimo exemplo de como não renegociar o plano do seu celular pode ser um desperdício de dinheiro.

Outra furada fornecida pelas operadoras são os celulares oferecidos por um preço incrivelmente mais barato quando comprados junto a algum plano.

jogar dinheiro fora

No lançamento do iPhone 7, por exemplo, a Vivo oferecia o aparelho por “apenas” R$1.989. Se comparado ao preço médio de R$4.500, realmente a compra pareceria uma ótima oportunidade.

Entretanto, o iPhone vinha com um “bônus”: o comprador assinava também um plano de meros R$1.299 mensais.

Em um ano, você teria pago o equivalente a 4 iPhones 7.

2— Você paga anuidade pelo seu cartão de crédito

O cartão de crédito é uma das formas de pagamento prediletas dos brasileiros. Além de prático, ele também permite o acúmulo de milhas aéreas. 

A maioria dos cartões, contudo, cobra uma taxa de anuidade média de R$52 e que pode chegar até R$690.

Há diversas opções de cartões de crédito que oferecem seus serviços sem cobrar nenhuma taxa por isso. 

jogar dinheiro fora

Qual é o melhor cartão de crédito?

Outra vantagem, especificamente pra quem costuma se endividar, é que os juros cobrados por esses cartões costuma ser muito menor do que o dos cartões tradicionais. 

O Nubank, por exemplo, caso você deixe de pagar a fatura, o juros cobrado varia entre 2,75% e 14% ao mês.

Enquanto isso, em cartões tradicionais, essa taxa pode chegar a 511% ao ano.

3— Você deixa seu dinheiro na poupança (mesmo que seja R$1)

Essa é a segunda melhor forma de não fazer seu dinheiro render.

Além de garantir o lucro dos bancos, você ainda perde dinheiro sem perceber, já que a inflação não aparece no extrato.

Em 2015, por exemplo, o ganho real (rendimento do investimento menos inflação) da poupança foi de -2,28%.

Há diversas alternativas mais rentáveis e tão seguras quanto a poupança que também permitem a retirada do dinheiro a qualquer momento (liquidez diária).

Como fugir da poupança sem se preocupar e lucrar mais?

4— Você põe seu dinheiro em programas como PIC 

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Definitivamente, é a melhor forma de não fazer seu dinheiro render.

Parecido com o carnê do Baú da Felicidade e a Megasena, no PIC você empresta seu dinheiro para o banco por um certo período e em troca concorre a prêmios (ninguém conhece alguém que tenha ganhado, mas a gerente sempre vai dizer que um cliente dela já ganhou).

A vantagem? Caso você não seja sorteado, o seu dinheiro será devolvido integralmente!

Parece ótimo, não? Uma Megasena em que, caso você não ganhe, ainda revê a aposta.

O problema é que, na verdade, você está perdendo cerca de 6,3% da quantia “investida” no PIC a cada ano. Essa é a inflação (2016) que, apesar de invisível, deteriora o valor real do seu dinheiro.

Além disso, esse montante poderia ter sido investido em algo que possuísse um rendimento real. 

Há, por exemplo, CDB’s com rendimento de 10% ao ano, tão seguros quanto o PIC e que ainda permitem a retirada do dinheiro a qualquer momento.

5 — Você paga para ter uma conta no banco

Esse, provavelmente, é o pior jeito de jogar dinheiro fora.

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Nós explicamos recentemente em um artigo sobre renda fixa como os bancos fazem para lucrar. Basicamente, eles emprestam dinheiro a uma taxa muito mais alta do que a que pagam para pegá-lo emprestado através de CDB’s, LCI’s e LCA’s.

Sua fonte de capital, no entanto, não se limita ao montante arrecadado com títulos de renda fixa.

O dinheiro depositado em sua conta também é utilizado para financiar as atividades do banco.

Claro, em momento algum aparecerá em seu extrato alguma movimentação e há garantias de que a quantia completa sempre estará disponível para saque.

Porém, isso não significa que o dinheiro esteja parado.

Além de emprestar o dinheiro que está na sua conta para outras pessoas e ganhar com o juros, o banco ainda te cobra por isso.

Literalmente você paga para o banco ganhar dinheiro as suas custas.

As taxas de manutenção cobradas variam de R$60 (contas universitárias) até R$ 1.188 ao ano.

Contas Digitais

Se você é do tipo que prefere fazer tudo pelo computador e detestar ir ao banco, as contas digitais são uma boa opção.

Essa modalidade de conta é isenta de tarifas, com a contrapartida de que o usuário opere somente através de meios digitais, como aplicativo de celular, internet e caixa eletrônico.

Basicamente, você para de pagar taxas e ainda deixa de enfrentar filas no banco.

6 — Você tem uma linha de telefone residencial

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O celular já substituiu o telefone fixo em mais da metade das residências brasileiras.

Mesmo assim, muitas pessoas ainda mantêm uma linha residencial, pagando uma mensalidade média de R$76,80. 

Listamos alguns motivos pelos quais não vale a pena ter uma linha fixa de telefone:

  • Você receberá ligações de telemarketing
  • Seus amigos e parentes certamente sabem o número do seu celular
  • Você provavelmente fica fora de casa na maior parte do dia
  • Um plano de telefonia móvel de apenas R$28 te garante 6h30min de ligações por mês. Certamente mais do que você conseguirá utilizar.

Enfim, eu acredito que a maioria das pessoas permaneçam com sua linha telefônica ou por preguiça de cancelá-la, ou por receio de que seja difícil realizar esse procedimento.

7 — Você cai no conto do produto maior por um pouco a mais

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“Milkshake: Pequeno R$10, Médio R$12, Grande R$13”

Apesar de ser uma das estratégias mais antigas de marketing, sua eficácia é incomparável.

Afinal, quem nunca optou pelo maior tamanho apenas porque “valia a pena”?

Psicologicamente, nós tendemos a identificar a relação de custo benefício pela variação do preço em cada tamanho.

Como a diferença de preço entre o milkshake grande e médio é de apenas R$1, acabamos achando mais vantajoso optar pelo maior tamanho, já que ele custa somente um pouco a mais.

Essa estratégia é utilizada por diversas redes alimentícias, como McDonalds, Burger King, Bob’s e Starbucks. É ela que nos faz pagar R$12 por um café.

O ideal é que você escolha o tamanho do alimento que irá consumir sem consultar o valor.Na pior das hipóteses, caso você escolha o maior tamanho, ainda terá a chance de achar que ele é muito caro e optar por um tamanho menor. 

Isso fará com que o “efeito custo x benefício” não te influencie a comprar o maior deles.


Depois de ler esse artigo, você provavelmente economizará bastante apenas cortando esses gastos inúteis.

 Agora vem o próximo passo: investir esse dinheiro.

Nós escrevemos recentemente dois artigos que são fundamentais para quem quer ter sucesso absoluto nos seus investimentos:

Como investir em Renda Fixa: o guia completo para quem nunca saiu da poupança

Como investir na bolsa de valores: as 7 coisas que você precisa saber para começar a investir

Tem alguma dúvida ou sugestão que possa enriquecer o tema? Conta pra gente nos comentários.

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Eu já acompanho e admiro o trabalho de vocês há um tempo e ontem resolvi adquirir o curso depois de ouvir falar tanto dele (e por gostar tanto dos relatórios). Nem imaginava que ainda teria alguns bônus como esse. Parabéns 👊

15h45, 3 de Abril

Ronaldo U.

O curso eh muito objetivo e pratico. O aluno aprende os critérios e as questões relevantes para se fazer o valuation de uma empresa. A partir daí pesa por conta própria e se torna apto a elaborar suas analises e a questionar analises de terceiros.

10h32, 28 de Maio

Daniel U.

galera, o curso vale muito a pena... olha que estudo valuation e analise fundamentalista a pelo menos 3 anos, desde 2017, mas sempre tive umas dificuldades, entendi bem mais com o curso dos caras

9H31, 18 de Fevereiro

Rafael A.

Só passando pra dar um feedback em relação ao curso, MUITO BOM! Ele é bem didático e objetivo, não tem enrolação e isso pesa muito a favor do curso, porque se aprende melhor e mais rápido.

15h26, 13 de Abril

Cleyton F.

O curso é excelente, não tem como se arrepender! Linguagem super fácil, para leigos como a gente. Explica muito detalhadamente e o diferencial é poder ver sempre que quer igual agora [durante a crise] :)

17h57, 20 de Março

Ricardo M.

O curso de valuation do EduFinance a meu ver se parece muito com aquela empresa que a gente encontra um valor justo de R$20,00 por ação e ela tá sendo negociada no mercado à vista por R$4,00. Uma baita oportunidade!!

20h05, 17 de Abril

Paulo B.

Uma amiga diz que o único investimento que não tem risco algum é o estudo. Esse curso de Valuation me ajudou muito em ter um olhar crítico e saber se e quando uma empresa merece a nossa atenção e nosso capital para o futuro!

21h49, 14 de Abril

Niels T.

Já fiz vários cursos de valuation e o curso do edufinance foi de longe o melhor. Eles conseguiram colocar conceitos que a priori parecem complexos de uma forma muito clara e fácil de entender.

10h44, 16 de Fevereiro

Mateus M.

Fazer o curso foi muito importante para mim como investidor. Me deu a confiança necessária, junto com muito estudo, para escolher boas empresas na hora de alocar meu dinheiro em bolsa. Antes do curso eu acreditava que fazer um bom valuation era um bicho de sete cabeças, mas eles provaram o contrário.

12h51, 12 de Março

Marina C.

As aulas são muito práticas e objetivas. O Leandro faz o tema ficar muito fácil e compreensível pra todo mundo. Até pra quem é iniciante e não sabe nada de mercado financeiro.

11h32, 21 de Fevereiro

Lucas V.

Já li diversos livros sobre o assunto e também fiz alguns cursos, mesmo assim o Edufinance me impressionou com a boa didática e a atenção dada aos alunos o tempo todo. Acho o curso um excelente investimento para todos que querem se aprimorar como investidores.

16h49, 11 de Abril

Guilherme F.

O passo a passo, a receita de bolo do valuation!!!

18h04, 20 de Abril

Gabriel L.

Excelente! Completo e mais didático que qualquer livro no mercado! Recomendo pra qualquer um que tenha interesse em análise de empresas.

09h16, 03 de Janeiro

Bernardo A.

O curso é excelente, a didática e a objetividade usada pra explicar o assunto possibilita uma compreensão sobre o tema de forma rápida e eficiente. Até para pessoas com pouco conhecimento no assunto como eu. Já sinto uma enorme evolução e o principal: confiante pra analisar empresas.

15h15, 28 de Fevereiro