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Como Declarar o Imposto de Renda 2018

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Junto à alegria de todo novo ano, vem também algumas preocupações, como iptu, ipva, material escolar e a “temorosa” declaração de Imposto de Renda.

Passado o carnaval elas voltam, e sempre bate aquelas velhas dúvidas sobre o que mudou, qual o prazo para enviar a declaração, quais os documentos necessários, quem deve declarar etc, e em 2018 não é diferente.

Mas fique tranquilo(a), isso e muito mais você confere agora!

AVISO: Se você já é declarante, possui noção básica e deseja apenas saber a respeito de investimentos, clique no artigo abaixo:

Como Declarar Investimentos no Imposto de Renda 2018

Caso contrário, continue neste e depois leia o outro para aprender tudo sobre o assunto!

Quem deve declarar?

Para a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física deste ano a Receita Federal efetuou algumas atualizações que foram publicadas nesta instrução normativa.

A seguir você verá as principais mudanças feitas por ela, e também, quem é obrigado a fazer a declaração em 2018. Que são:

  • pessoas com rendimentos tributáveis em 2017 que somem mais que R$ 28.559,70, o equivalente a cerca de R$ 1.903,98 por mês;
  • contribuintes que tiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados direto na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil;
  • àqueles que no ano passado obtiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros etc;
  • pessoas que tiveram posses ou propriedades, até 31 de dezembro de 2017, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
  • quem teve, no ano passado, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 oriunda de atividade rural;
  • quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2017;

Quem tem isenção?

Estão isentos brasileiros ou residentes no Brasil que tiverem renda relativa à aposentadoria, reforma ou pensão que recebam até R$ 1.903,98 mensais.

Além deles, também estão isentas pessoas que sejam portadoras de doenças consideradas graves, como por exemplo:

  • Aids;
  • Cardiopatia grave;
  • Cegueira;
  • Contaminação por radiação;
  • Osteíte deformante;
  • Doença de Parkinson;
  • Esclerose múltipla, Fibrose cística, Hanseníase, Tuberculose ativa;
  • Paralisia irreversível e incapacitante;

Para conseguir a isenção o contribuinte precisa de um laudo médico pericial comprovando a existência da doença.

Novidades

Entre as principais modificações que atinge a maior parte dos declarantes, destacam-se:

CPF a partir de 8 anos

Neste ano será obrigatório a apresentação do CPF para dependentes a partir de 8 anos, anteriormente era acima de 12 anos. A partir de 2019 a obrigatoriedade será para todos os dependentes, de qualquer idade.

Guarda compartilhada

Em casos de guarda compartilhada cada filho só poderá ser considerado e incluído como dependente de apenas um dos pais.

Auxílio-doença

Quando o empregado entra de licença médica, os valores que forem pagos pela Previdência Social estão isentos. Já os pagos pelas empresas, continua sujeito à tributação normal.

Remessas ao exterior

Estão isentas as remessas enviadas ao exterior para fins educacionais, científicos, culturais ou para cobertura de despesas com tratamento hospitalar. O mesmo se estende aos dependentes.

Imóvel até R$ 440 mil

Existe a possibilidade de isenção do ganho de capital auferido na alienação do único imóvel de até R$ 440 mil, quando adquirido por cônjuges casados sob o regime de separação de bens, esclarecendo que os requisitos devem ser verificados individualmente, por cônjuge, observada a parcela que couber a cada um.

Tipos de Declaração

Há 2 tipos de declaração de Imposto de Renda: simplificada ou completa.

Na simplificada, você irá somar todos os rendimentos tributáveis recebidos, e sobre este valor será concedido um desconto de 20% acerca da base de cálculo do imposto, limitado a R$ 16.754,34.

Esse modelo de declaração é indicado para quem têm poucas despesas a deduzir. Caso contrário, não é muito vantajoso e o valor a receber futuramente pode ser menor.

Já na completa, é necessário informar cada gasto individualmente e não há limites para deduções.

Este tipo de declaração é indicado para quem têm muitas despesas a deduzir, como dependentes, plano de saúde, educação etc.

A Receita também disponibilizará uma 3° opção para quem possui um Certificado Digital, que nada mais é do que uma declaração pré-preenchida onde você recebe valores prontos e só precisa confirmar.

Deduções

As deduções por dependente estão limitadas a R$ 2.275,08, as despesas com educação têm limite individual anual de R$ 3.561,50 e a dedução de gastos com empregadas domésticas é de R$ 1.171,84.

Prazo para Declaração de Imposto 2018

A Receita Federal estipulou o prazo de 1° de março a 30 de abril para enviar a declaração. Quanto antes você a fizer mais cedo receberá a restituição, caso tenha direito.

Para os contribuintes que não caírem na malha fina, as restituições começarão a serem feitas a partir de junho e vão até dezembro. Idosos, portadores de doenças graves e deficientes físicos ou mentais têm prioridade.

A multa para quem não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo corresponde a 20% do imposto devido.

Documentos necessários

Além de CPF, título de eleitor e comprovante de residência para preencher as informações básicas, você também precisará de outros, como por exemplo:

  • Documentos da atividade exercida;
  • Salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões;
  • Informações de rendimentos bancários, instituições financeiras etc;
  • Rendimentos de aluguéis, herança, doações, dentre outros;
  • Cópia da declaração anterior, livro caixa, DARFs de carnê leão;

Bens e Direitos

  • Documentos comprobatórios da venda de bens e direitos ocorridas em 2017.

Dívidas e Ônus

  • Documentos comprobatórios da aquisição de dívidas e ônus no ano de 2017.

Imposto a pagar

O imposto é calculado a partir de uma tabela na qual possui a porcentagem usada que varia de acordo com o salário do contribuinte.

Veja a seguir as alíquotas por rendimentos mensais ou anuais:

O contribuinte que tiver imposto a pagar poderá dividir o valor em até 8 cotas mensais, não podendo nenhuma delas ser inferior a R$ 50. A primeira cota deve ser paga até 30 de abril, e as demais até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros.

Como podemos observar, são vários os detalhes e é bom ir se adiantando. Não faça como a maioria dos brasileiros e deixe tudo para última hora, você pode se enrolar.

Uma dica é baixar o programa de declaração de IRPF 2018, ir fazendo um rascunho, recolhendo os documentos necessários e evitar problemas com o leão — assim apelidada, a nossa querida Receita Federal.

Caso surjam novidades ou alterações, informaremos nas nossas redes sociais e/ou newsletter. Então, nos siga e se cadastre para não perder nada!

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Ronaldo U.

O curso eh muito objetivo e pratico. O aluno aprende os critérios e as questões relevantes para se fazer o valuation de uma empresa. A partir daí pesa por conta própria e se torna apto a elaborar suas analises e a questionar analises de terceiros.

10h32, 28 de Maio

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galera, o curso vale muito a pena... olha que estudo valuation e analise fundamentalista a pelo menos 3 anos, desde 2017, mas sempre tive umas dificuldades, entendi bem mais com o curso dos caras

9H31, 18 de Fevereiro

Rafael A.

Só passando pra dar um feedback em relação ao curso, MUITO BOM! Ele é bem didático e objetivo, não tem enrolação e isso pesa muito a favor do curso, porque se aprende melhor e mais rápido.

15h26, 13 de Abril

Cleyton F.

O curso é excelente, não tem como se arrepender! Linguagem super fácil, para leigos como a gente. Explica muito detalhadamente e o diferencial é poder ver sempre que quer igual agora [durante a crise] :)

17h57, 20 de Março

Ricardo M.

O curso de valuation do EduFinance a meu ver se parece muito com aquela empresa que a gente encontra um valor justo de R$20,00 por ação e ela tá sendo negociada no mercado à vista por R$4,00. Uma baita oportunidade!!

20h05, 17 de Abril

Paulo B.

Uma amiga diz que o único investimento que não tem risco algum é o estudo. Esse curso de Valuation me ajudou muito em ter um olhar crítico e saber se e quando uma empresa merece a nossa atenção e nosso capital para o futuro!

21h49, 14 de Abril

Niels T.

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10h44, 16 de Fevereiro

Mateus M.

Fazer o curso foi muito importante para mim como investidor. Me deu a confiança necessária, junto com muito estudo, para escolher boas empresas na hora de alocar meu dinheiro em bolsa. Antes do curso eu acreditava que fazer um bom valuation era um bicho de sete cabeças, mas eles provaram o contrário.

12h51, 12 de Março

Marina C.

As aulas são muito práticas e objetivas. O Leandro faz o tema ficar muito fácil e compreensível pra todo mundo. Até pra quem é iniciante e não sabe nada de mercado financeiro.

11h32, 21 de Fevereiro

Lucas V.

Já li diversos livros sobre o assunto e também fiz alguns cursos, mesmo assim o Edufinance me impressionou com a boa didática e a atenção dada aos alunos o tempo todo. Acho o curso um excelente investimento para todos que querem se aprimorar como investidores.

16h49, 11 de Abril

Guilherme F.

O passo a passo, a receita de bolo do valuation!!!

18h04, 20 de Abril

Gabriel L.

Excelente! Completo e mais didático que qualquer livro no mercado! Recomendo pra qualquer um que tenha interesse em análise de empresas.

09h16, 03 de Janeiro

Bernardo A.

O curso é excelente, a didática e a objetividade usada pra explicar o assunto possibilita uma compreensão sobre o tema de forma rápida e eficiente. Até para pessoas com pouco conhecimento no assunto como eu. Já sinto uma enorme evolução e o principal: confiante pra analisar empresas.

15h15, 28 de Fevereiro