Quando eu comecei a me interessar por investimentos e de fato a investir na bolsa eu tinha 17 anos. E a principal atitude que uma pessoa, pelo menos dessa geração mais nova, toma quando quer aprender algo é procurar sobre isso na Internet.

Foi o que eu fiz e provavelmente foi o que você fez também.

Não há nenhum problema com isso. Eu realmente acredito que a Internet deveria ser e está se tornando cada vez mais um local de aprendizado, com conteúdo confiável e de qualidade.

A questão é que o mercado financeiro ainda está muito atrasado nessa evolução digital.

Por exemplo, se você for ver a quantidade e a qualidade do conteúdo sobre programação que existe na Internet você vai ficar surpreso. É algo surreal.

Infelizmente, a educação financeira aqui no Brasil ficou pra trás nesse sentido.

Posso te dizer com tranquilidade: 90% do conteúdo sobre investimento em ações que existe na Internet hoje é superficial e não vai te ajudar em nada a ganhar dinheiro.

Eu sei que é algo duro de se ouvir.

Muitos já gastaram um tempo precioso estudando pela Internet, mas eu não poderia deixar de te abrir os olhos pra isso.

Eu espero, realmente, que você tenha tido a sorte de estudar os 10% do bom conteúdo que existe.

Essa falta de conteúdo de qualidade somado à quantidade de gente extremamente mal intencionada foi algo que marcou muito todos nós que trabalhamos hoje no Edufinance.

Não deveria ser normal a maior empresa desse setor, que eu não vou citar o nome porque eu me recuso a fazer propaganda disso, dizer em um anúncio no Youtube que vai dobrar sua renda sem risco.

Isso é surreal e a gente cansou de simplesmente observar isso acontecendo sem fazer nada.

Por isso, em janeiro de 2019 nós decidimos encarar o Edufinance como projeto de transformação.

Esse era o único jeito pelo qual a gente conseguiria ganhar escala pra bater de frente com esse tipo de gente e levar conteúdo sério, que realmente vá ajudar as pessoas a se tornarem melhores investidores.

Eu costumo dizer que eu não compactuo com altruísmo de sofá. Eu não sou o tipo de pessoa que vou ficar no meu conforto, postando 1 ou 2 artigos por semana no meu blog e escrevendo uns tweets pra fingir que estou fazendo alguma coisa pela educação financeira do Brasil e aliviar minha consciência.

Eu quero ajudar, quero ajudar muita gente e para isso a gente precisa de escala.

Por isso o Edufinance não se tornou uma ONG, mas sim uma empresa. Uma empresa que não tem como propósito o lucro, mas sim lucrar com o propósito que tem. E o nosso propósito é fazer com que as pessoas saibam investir de verdade.

Há 3 semanas, depois de reorganizar completamente a nossa estrutura, a gente começou a produzir conteúdo. Foram dois relatórios gratuitos, um sobre a Lojas Renner e outro sobre Movida. Ambos os relatórios foram muito bem aceitos.

Recebemos várias mensagens. Pra você ter uma ideia eu tinha 60 seguidores quando a gente lançou e hoje já são mais de 1000.

A nossa intenção, no entanto, nunca foi vender relatório.

A gente acredita que o relatório deva ser um material de estudo. Mas apenas VOCÊ tem a obrigação de saber analisar uma empresa por conta própria.

Acredite em mim, se você já comprou e ainda compra ações sem saber encontrar o quanto essa ação deveria valer, você vai perder dinheiro. Pode não ser amanhã, nem daqui a 5 anos, mas você vai perder dinheiro.

O que acontece é que as pessoas quando começam a investir na bolsa caem em algo que a gente chama de viés de sobrevivência.

O que é o viés de sobrevivência: você compra a sua primeira ação sem a mínima ideia do que tá fazendo e, por acaso, você ganha dinheiro.

Você vai tentando encontrar alguns padrões nisso ou encontrar mais uma dica e, veja só, você compra sua segunda ação e mais uma vez você ganha dinheiro.

Você vai ficando confiante na sua estratégia e, por sorte ou azar, você acaba ganhando dinheiro novamente na terceira vez em que investe.

O que você pensa? “Ah, eu não posso estar errado, já deu certo 3x. Vou colocar bastante dinheiro dessa vez.” E aí você perde tudo. O nome disso? Viés de sobrevivência: você nunca teve uma boa estratégia, você simplesmente deu sorte e sobreviveu à possibilidade de falir 3x seguidas.

Na quarta, você faliu.

Conseguir saber o quanto uma ação realmente deveria valer, funciona pro investidor da mesma maneira que um colete à prova de balas funciona pra um policial. Você passa por um tiroteio pela primeira vez e sobrevive. Você passa pelo segundo tiroteio e também sobrevive. A chance de você sobreviver a três tiroteios seguidos é pequena. Você pode acreditar que é imortal porque sobreviveu a dois tiroteios ou levar um colete à prova de balas pro próximo.

O mercado de ações é uma guerra, onde um quer ganhar dinheiro do outro, e nessa guerra o colete a prova de balas se chama Valuation.

E é justamente sobre isso que eu quero te explicar.

O objetivo do Valuation é encontrar o que a gente chama de “valor intrínseco” de uma ação. Ou seja, o quanto essa ação deveria realmente valer. A cotação da ação, o preço que você olha ela sendo negociada no Home Broker, é simplesmente o reflexo da quantia pela qual duas pessoas decidiram aceitar por ela, uma comprando e a outra vendendo.

Esse preço é altamente influenciado pela emoção dos investidores e por fatores que são irrelevantes no longo prazo.

Quando você compra uma ação sem fazer o seu Valuation, você corre o risco de pagar um preço muito mais alto do que ela realmente deveria valer. Todo dia na Bolsa eu vejo gente comprando um Fiat Uno pelo preço de uma Mercedes. A maior parte com o argumento de que “a ação caiu demais”.

Entenda de uma vez por todas: uma Mercedes na promoção ainda custa o dobro de um Fiat Uno. Pague pelo Fiat Uno o quanto ele vale, não o quanto uma Mercedes vale.

Isso nos leva a pergunta: como eu descubro o quanto uma Mercedes (ou melhor, ação) deveria valer?

Bom, imagine a empresa como uma pizza. Vamos dizer que o seu pai te emprestou dinheiro para comprar essa pizza e cobrou 3 fatias por isso. Essas 3 fatias são dívidas, que nós separamos do restante da pizza. Agora que nós tiramos a dívida, todos os pedaços que sobraram são ações. Basta dividir o valor do que sobrou, pelo número de fatias e nós encontramos quanto a ação deveria valer.

O que a gente precisa saber é: como encontrar o valor da pizza.

Essa é a arte por trás do Valuation. Infelizmente, é algo complexo demais para ser explicado aqui.

Porém, se hoje você está cansado de ser enganado por essa "turminha" do Mercado Financeiro, que diz que aposta o próprio patrimônio pelo seu sucesso e pelas suas costas ri da sua cara, eu preciso te dizer: você precisa aprender Valuation.

Por isso, convido você a clicar aqui e conhecer como você pode aprender Valuation.